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A marca 7 (Seven) For All Mankind

Logo Seven

As calças jeans da marca californiana SEVEN FOR ALL MANKIND se diferenciam pelo conforto, design e modelagens únicas que se encaixam em qualquer pessoa, de qualquer parte do mundo. O processo de lavagem artesanal é o diferencial da marca. Se não bastasse tudo isso, a marca virou coqueluche entre as celebridades americanas, transformando suas calças em objetos de desejo pelo mundo afora.

Calças Seven

A história

A SEVEN FOR ALL MANKIND (chamada por estilistas e fãs apenas de SEVEN) foi fundada no ano de 2000 pelos empresários Michael Glasser e Jerome Dahan, ambos com vasta experiência na área de designer de jeans, e Peter Koral, um bem sucedido empresário no segmento de roupas, na cidade de Los Angeles, estado da Califórnia, para fabricar e vender jeans premium para mulheres. Um jeans para ser considerado Premium precisa vir com três características: ter o melhor Denim (fabricado na Itália), o melhor processo de lavagem e corte. E foi justamente com essas características que a calças da SEVEN estrearam no mercado californiano no mês de abril deste ano. Instantaneamente a marca, com suas calças de caimento impecável, bons tecidos e, lavagens diferenciadas, conquistou as celebridades de Los Angeles como Angelina Jolie, Jennifer Garner, Liv Tyler e Cameron Diaz (primeira a aparecer em uma revista com uma calça da SEVEN).

Calças feminias Seven 7

Rapidamente suas calças estavam em pontos de venda chiques e sofisticados como as lojas de departamento Barneys New York, Neiman Marcus, Fred Segal Santa Monica e Saks Fifth Avenue. As vendas alcançaram US$ 13 milhões no primeiro ano e continuaram crescendo espontaneamente, assim como o desejo por suas calças. Na onda do enorme sucesso de suas calças femininas, a marca lançou, em 2002, a linha masculina atraindo compradores como os atores Jake Gyllenhaal, Ben Affleck e Ryan Reynols. No final deste ano, em dezembro, Peter Koral se tornou o único proprietário da empresa depois de divergências com os outros dois sócios. Enquanto isso mais e mais celebridades aderiam as suas calças que eram vistas em corpos famosos como de Charlize Theron, Jennifer Aniston e Paris Hilton (usado nas filmagens de “The Simple Life”).

Lojas Seven Brasil

Nos anos seguintes a SEVEN resolveu estender sua marca para outras categorias de produtos lançando a linha infantil de calças jeans (4 a 14 anos) em 2005 e sua linha de roupas esportivas, além de vestidos, em 2006. No dia 1 de setembro de 2007, a marca foi vendida por US$ 775 milhões para o grupo VF Corporation, donos de muitas marcas de roupas, entre elas a Wrangler. Os novos proprietários não demoraram muito para desenvolver a marca com o lançamento de novas categorias de produtos, como sapatos, acessórios e roupas esportivas. A expansão internacional da marca e o reforço na sua distribuição também são prioridades para a nova administração.

Bolsas 7

A SEVEN era claramente uma marca de lifestyle, e ainda tinha grande oportunidade de evoluir, principalmente na sua distribuição de varejo. Foi então que a primeira loja própria da marca foi inaugurada numa das regiões mais badaladas da moda em Los Angeles no dia 16 de novembro. Uma segunda loja seria inaugurada pouco depois na cidade de Dallas no Texas. Para chamar a atenção dos consumidores comuns em relação aos seus jeans, a SEVEN começou a convidar pessoas influentes e estilistas famosos para assinar linhas especiais de suas calças.

Para 2008 a marca traz novidades com a nova linha de produtos que inclui camisaria, tricôs, malharia, tanto para o feminino quanto para o masculino, além das bolsas que ganham lona, cetim, couro italiano e, grandes ferragens, em formatos divertidos e detalhes vintage. Outra novidade foi a inauguração, em junho, de duas lojas da marca em Nova York, localizadas no SoHo (loja âncora) e no Flatiron District.

As famosas calças

Suas disputadas calças jeans, com modelagens que vão da skinny a pantalona, da cintura baixa à alta, em lavagens uniformes, do azul mais intenso ao médio, com pequenos esbranquiçados, ranhuras e amassados, são vistas em corpos famosos mundo afora. Os bolsos são um capítulo à parte e, trazem filigranas em diversos padrões, inclusive com o logo da marca em questão: a americana SEVEN FOR ALL MANKIND. Cada modelo tem um nome e um bolso diferente, que no feminino ganha laços, pedras foscas, cristais desenhados em formato de espiral e costuras coloridas. A linha masculina traz peças tradicionais que não saem de moda e calças mais ousadas, como as de cavalo mais baixo, a boot cut, mais aberta embaixo ou no estilo oversized. A marca SEVEN tem a melhor lavanderia do mundo em Los Angeles e trabalha artesanalmente cada peça com abrasões, esmeril, pedrarias para desgastar, entre outras técnicas. Tudo isso gera um valor agregado ao produto, conquistando o mundo com qualidade e muito sucesso. O modelo mais vendido da marca é o Bootcut 5 pockets.

7

Os dados

● Origem: Estados Unidos
● Fundação: 2000
● Fundador: Michael Glasser, Peter Koral e Jerome Dahan
● Sede mundial: Los Angeles, Califórnia
● Proprietário da marca: VF Corporation
● Capital aberto: Não (subsidiária)
● Presidente: Mike Egeck
● Faturamento: US$ 220 milhões (estimado)
● Lucro: Não divulgado
● Lojas: 6
● Presença global: 80 países
● Funcionários: 500
● Segmento: Vestuário
● Principais produtos: Jeans premium e roupas
● Ícones: O caimento perfeito de suas calças
● Website: www.7forallmankind.com

A marca no mundo

A marca vendeu seus produtos em mais de 80 países ao redor do mundo através das mais chiques lojas de departamento e multimarcas, além de 6 lojas próprias.

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Fonte: www.mundodasmarcas.blogspot.com

 
A marca Diesel

Diesel

A marca DIESEL, preferida dos jovens “descolados” do mundo inteiro, tornou-se um ícone da moda fashion, principalmente em virtude de seus famosos jeans confortáveis, com cara de usados e caimento impecável, com mais de 40 modelos e 50 tipos de lavagens, que continuam sendo para poucos que gastam muito. A DIESEL, que ousou ao colocar no lado direito do bolso frontal a marca em uma etiqueta transversal, tornou-se um “objeto de desejo”.

A história

Calças Diesel

A marca DIESEL foi criada pelos italianos Renzo Rosso e Adriano Goldschmeid, este último dono de uma confecção, no ano de 1978 em Milão. O nome foi escolhido porque a palavra significava exatamente a mesma coisa em qualquer lugar do mundo e podia ser pronunciada da mesma forma em diversos idiomas. Uma indicação clara de criar uma marca de jeans com apelo global. O jeito de simplificar as coisas só deu bons resultados. A DIESEL foi oficialmente lançada no mercado em 1979 através de sua coleção masculina.

As calças jeans com aparências de usadas fizeram os varejistas pensarem que Renzo era louco, especialmente quando deu a esses jeans um preço superior. Mas os clientes pensaram de outra maneira, e a marca começou a crescer, especialmente na década de 80 quando teve um crescimento explosivo dentro do mercado italiano, passando a exportar seus produtos já no ano de 1981. Em 1985 Renzo Rosso tornou-se o único proprietário da marca ao comprar a parte de seus sócios, se tornando o grande homem por trás da DIESEL.

Cinco anos depois os jeans já eram distribuídos em butiques de 36 países. Foi deste momento em diante que a marca começou um crescimento muito grande. Em 1991 a marca iniciou sua expansão internacional com o slogan “For Successful Living” (algo como “para se viver de forma bem-sucedida”, inspirada em anúncios da década de 50). Em 1996, o empresário italiano deu sua tacada mais ousada: entrou no mercado americano. Instalou sua primeira loja em Nova York, exatamente em frente à maior loja da Levi’s na cidade, em um ato de evidente provocação. O sucesso dos jeans caríssimos e com aparência de anos de uso foi tão grande que o mercado americano tornou-se o maior da marca. Esta década foi o período em que a marca DIESEL mais cresceu graças às exportações. A marca se tornou conhecida por seus catálogos, extremamente radicais e arrojados.

A DIESEL vende mais de 25 milhões de calças jeans anualmente. O jeans é feito quase que artesanalmente, num processo que inclui lavagens à mão e água em temperatura controlada. A mão-de-obra é composta basicamente de artesãos: cada costureira da DIESEL ganha o equivalente a cerca de 12 000 reais por mês. Para garantir a pronta entrega para qualquer país, a fábrica deixa à disposição, na Itália, um estoque com cerca de 400 mil peças. Com preços que variam entre US$ 150 e US$ 800 por peça, a DIESEL já deixou para trás, em termos de prestígio, marcas fortes, como a americana Calvin Klein.

O sucesso da marca consiste na combinação de criatividade, originalidade, interpretação do futuro, estratégias de comunicação e tecnologia. E muita dose de ousadia, é claro. Antenado ao crescimento e a profissionalização do luxo no mundo, Renzo Rosso, vem expandindo seu poder adquirindo marcas já consagradas como Vivienne Westwood Red Label, NY Industry, Dsquared e belga Martin Margela.

Calça Diesel

A linha do tempo

1979
● Lançada a primeira coleção masculina da marca.
1984
● Introduzida a DIESEL KIDS, uma linha de jeans e roupas que combinava cores vivas com design infantil, para as mais novas gerações de “antenados”. Esta sub-marca da DIESEL faz roupas para pessoas de 0-16 anos.
1989
● Lançada a DIESEL FEMALE, primeiras linhas e coleções exclusivamente femininas.
1994
● Introduzida a sub-marca 55-DSL, uma linha de roupas despojadas e arrojadas, destinada aos esportes radicais.
● Ainda este ano lançou sua primeira coleção de óculos.
1997
● Introduzido o primeiro perfume da marca, chamado Diesel Plus Plus. Depois foram lançados outros perfumes como Diesel Zero Plus (1989) e Green (2002).
1998
● Lançamento da linha top DIESEL STYLE LAB (literalmente um “laboratório de estilo” da marca), que primava pela inovação e a ousadia nos tecidos, acessórios e design.
1999
● Introduzida a linha de relógios, em uma parceria com a marca Fossil.
2001
● Introdução da Diesel Denim Gallery Collection, uma coleção limitada de jeans sofisticados e caríssimos, produzidos totalmente à mão em pequenas quantidades.
2002
● Lançamento da coleção Lagerfeld Gallery by DIESEL, criada em parceria com o estilista Karl Lagerfeld. O sucesso foi imediato e as peças sumiram rapidamente das prateleiras da Diesel Denim Gallery, no Soho, em Nova York. Na época do lançamento uma calça exclusiva DIESEL assinada por Lagerfeld custava, no mínimo, o equivalente a R$ 700 - embora algumas peças mais elaboradas chegassem a R$ 5 mil.
2003
● Lançada uma pequena linha de jóias com a marca DIESEL.
2006
● Lançamento, em setembro, da coleção de roupas íntimas para homens e mulheres. Concebida pela equipe criativa da marca, dirigida por Wilbert Das, a linha DIESEL INTIMATE apresentava uma vasta gama de peças, desde as mais ousadas às mais confortáveis e desportivas.

Campanhas que fizeram história

Não é só o ajuste perfeito do jeans que fez da DIESEL uma das marcas de maior destaque na Itália e no mundo. Além do produto de primeiríssima linha, o que seduz a clientela Diesel, os chamados DIP, Diesel Important People, são as campanhas publicitárias, sempre irreverentes, provocantes e polêmicas. Mais do que comercializar produtos, a marca propõe um estilo de vida e o fato de suas controversas campanhas publicitárias terem imenso apelo junto aos consumidores é inegável. Essas famosas campanhas começaram nos anos 80 e, desde então se caracterizam por possuir um único briefing criativo utilizado no mundo todo e criticar toda a disciplina da publicidade com suas transgressões. Essas campanhas publicitárias, que consomem cerca de US$ 50 milhões por ano, são sempre irônicas e delirantes: as promessas de um viver bem-sucedido são retratadas de forma exagerada e até mesmo absurda. Mostram negros africanos milionários tomando champanhe e comendo caviar em limusines. Ou um casal jovem e sexy, porém maltratado, vestindo jeans moderno e batendo boca em uma desorganizada cozinha dos anos 60, de uma família de brancos pobres. Ou ainda pregam a juventude eterna em anúncios em que modelos de “120 anos” com pele de boneca dão a receita da longevidade. Na década de 80, por exemplo, provocou tremenda polêmica ao veicular uma campanha em que dois marinheiros se beijavam apaixonadamente. A última peça, recém-lançada, segue o mesmo conceito: uma modelo vestida de anjo que faz gestos obscenos para quem olha.

Campanha Diesel

Uma das ações mais ousadas da marca aconteceu em 2001, quando a garota-propaganda era uma cantora polonesa famosa e decadente chamada Joanna Zychowicz, em cuja existência muitas pessoas passaram a acreditar, com direito a fã-clube, músicas e manchetes escandalosas em um tablóide sensacionalista - tudo “de mentirinha”. O fundador da DIESEL levou pouco mais de duas décadas para transformar uma fabriqueta de calças desbotadas com apelo underground em uma das mais prestigiadas grifes do mundo. E grande parte deste sucesso deve-se a ousada e agressiva linha de comunicação adotada pela marca.

Diesel

O hotel

A DIESEL não se contentam em vesti-lo: ela quer hospedá-lo. Tudo começou em 1994 quando Renzo Rosso comprou o decadente hotel Pelican em Miami Beach. Quatros anos depois o hotel, totalmente reformado e decorado pela equipe de estilistas da DIESEL, foi reaberto com o nome Diesel Pelican Hotel. O hotel se transformara em uma hospedaria de primeira classe nem um pouco convencional. Foi criado para ser uma arma extra na estratégia de comunicação da marca e logo virou “point” entre os descolados da moda, da música e do cinema. As trinta suítes foram decoradas cada uma de um modo e receberam nomes inusitados, como “Garota Psicodélica” (um quarto vermelho com cadeiras em forma de coração) e “Uma Fortuna em Alumínio” (com desenhos prateados nas paredes). A decoração era uma interessantíssima mistura de estilos, com mesas e cadeiras dos anos 40 mesclando-se a eletrodomésticos dos anos 60 e bugigangas hi-tech do século 21, como uma televisão de plasma de 50 polegadas na suíte presidencial. Cores fortes nas paredes, ventiladores de botequim no teto, sofás com tecido de zebra, geladeiras antigas encimadas por pingüins de louça, cadeiras Luís XVI. Para alguns, um mau gosto sem tamanho. Para o pessoal da DIESEL (e os seguidores da marca), um grande barato – ou “o único hotel do mundo onde você realmente se sente em casa”. E não parou por aí: toneladas de material foram reaproveitadas de boates, igrejas, escolas e de tudo que tenha sido demolido na Ocean Drive, Miami Beach, uma das avenidas mais descoladas de Miami Beach, pelo designer sueco Magnus Ehrland. “Uma veneração à cultura underground, que remonta aos cineastas John Waters, Pedro Almodóvar e aos desenhos da Disney”, diz o próprio Rosso. Com quartos extravagantes e diárias que chegam a US$ 440, exceto a fantástica suíte presidencial com três quartos voltados para o mar, dois banheiros e TV de plasma (custa US$ 2.500 e só pode ser utilizada quando Renzo Rosso não está nos Estados Unidos), o hotel vive lotado. É lá que a família Rosso (seis filhos de dois casamentos) passa as férias de verão.

Marca Diesel

O gênio por trás da marca

Diesel Renzo

O nome de Renzo Rosso, um italiano de 52 anos filho de agricultores de Brugine, pequeno vilarejo do norte da Itália, já tem seu lugar reservado na história da moda como o criador do império DIESEL. Nascido em Molvena, uma pequena cidade rural no nordeste da Itália, já começou a desenhar suas próprias roupas em 1975, quando era recém-formado em Engenharia Têxtil. Costuma dizer: “Comecei desenhando roupas para mim e para os meus amigos. Queria dinheiro para comprar uma lambreta, só isso. Mas acabei indo um pouco mais longe”. Na mesma época, teve a idéia de criar o Genius Group (do inglês, “grupo de gênios”), uma união de forças de várias pequenas confecções da região, iniciativa que deu origem a marcas bem-sucedidas como Katherine Hamnett, Ten Big Boys e, obviamente, DIESEL. Nos anos 90, o estilista foi nomeado “Empresário do Ano” pela empresa norte-americana de consultoria empresarial Ernst & Young e mencionado pela revista inglesa Select entre as 100 pessoas que mais contribuíram para moldar o novo milênio. Apesar da marca DIESEL ter crescido absurdamente, ele ainda acompanha cada detalhe de perto, desde reuniões de rotina até o processo de seleção de novos funcionários. O lema desse visionário, apaixonado pelo trabalho, é “a Diesel não é a minha empresa, é a minha vida”.

Os dados

● Origem: Itália
● Fundação: 1978
● Fundador: Renzo Rosso e Adriano Goldschmied
● Sede mundial: Molvena, Vicenza
● Proprietário da marca: Diesel S.p.A.
● Capital aberto: Não
● CEO: Renzo Rosso
● CFO: Antonio Sperati Ruffoni
● Faturamento: US$ 1.6 bilhões (estimado)
● Lojas: 400
● Presença global: 98 países
● Maiores mercados: Estados Unidos, Inglaterra e Japão
● Funcionários: 3.500
● Produção: 25 milhões jeans/ano
● Segmento: Vestuário
● Principais produtos: Calças jeans e roupas casuais
● Outras marcas: 55-DSL e Diesel Kids
● Ícones: A etiqueta vermelha e seus jeans
● Slogan: For Successful Living.
● Website: www.diesel.com


A marca no mundo

A marca de jeans mais cobiçada da atualidade e admirada por astros como Nicole Kidman, Sandra Bullock, Gwyneth Paltrow, Brad Pitt, Bruce Willis, Gisele Bundchen, Tom Cruise, Dennis Quaid, Bono Vox, Lenny Kravitz, John Gagliano e Karl Lagerfeld, que tem sede na cidade de Molvena, norte da Itália, está presente em mais de 98 países com cerca de 400 lojas próprias, controlando 15 subsidiárias na Europa, Ásia é América, e empregando mais de 3 mil pessoas. A marca tem cerca de 30 Flagship Stores (lojas âncoras) em cidades como Nova York, Londres, San Francisco, Berlim, Barcelona, Paris, Tóquio, Hong Kong e Roma, além de lojas menores em cidades como Santa Monica, Antuérpia e São Paulo. Hoje, 85% de suas receitas (US$ 1.6 bilhões) vêm do exterior, sobretudo dos Estados Unidos, da Inglaterra e do Japão. A loja do shopping Iguatemi, o mais sofisticado de São Paulo, é a que mais vende por metro quadrado no mundo.


Você sabia?

● A marca foi incluída no ranking das mais luxuosas do mundo, ao lado de BMW, Rolex e Chanel.

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Fonte: www.mundodasmarcas.blogspot.com

 
A marca Gucci

Gucci

Vestidos deslumbrantes. Alguns com decotes provocativos. Perfumes com aromas exóticos e inconfundíveis. Sapatos clássicos com ares modernos. Bolsas que são carregadas por lindas e famosas mulheres nos quatro cantos do mundo. Celebridades, escândalos, enormes fortunas e muito glamour sempre foram associados ao nome GUCCI, marca que mais sintetiza a elegância italiana.


A história

Guccio Gucci, filho de um artesão de origem humilde, adquiriu bom gosto e elegância encantando-se com o luxo das malas com brasões das famílias nobres enquanto trabalhava como ascensorista e posteriormente Maitrê no famoso e requintado hotel Savoy de Londres na virada do século 19. Em 1921, depois de seu retorno para cidade de Florença, abriu uma pequena loja com um capital de 30 mil Liras, para venda de acessórios de viagem (malas e valises de luxo), feitos artesanalmente pelos melhores artesões da cidade, incluindo membros da família. A alta burguesia e a nobreza florentina logo reconheceu a excelência e originalidade dos produtos e em pouco tempo a marca superou os limites da cidade, impondo-se como uma das mais conhecidas entre a elite do país. Necessitando expandir seu negócio, que agora fabricava também malas de mão, a empresa mudou-se para um lugar maior em Lungarno Guicciardini em 1937.

Sapatos Gucci

Com o grande sucesso de seu negócio e clientes famosos, a marca abriu sua primeira loja na cidade de Roma em 1938 no requintado endereço da Via Condotti. No ano seguinte seus filhos, Aldo, Vasco e Ugo, ingressaram no negócio. Em 1947 a GUCCI lançou no mercado o que viria a se tornar um ícone da marca: a bolsa com alça de bambu. Somente no final desta década a GUCCI adotou oficialmente o logotipo GG, que continha duas letras G, uma normal e outra invertida, entrelaçadas. O novo logotipo começou aparecer em todas as bolsas e malas da marca, dando um ar mais aristocrático aos produtos. Pouco tempo depois, outro filho do estilista, Rodolfo, ingressou na empresa e abriu uma loja na cidade de Milão em 1951. Dois anos mais tarde falecia o fundador da empresa. Neste mesmo ano seus filhos, Aldo e Rodolfo, abriram uma loja na cidade de Nova York, onde as estrelas de Hollywood fizeram brilhar a marca florentina nas capitais do luxo de todo o mundo, seguida de unidades na Philadephia, San Francisco, Beverly Hills, Palm Beach e Chicago, dando início à internacionalização da marca GUCCI.

Ainda nesta década a marca lançou outro ícone, o mocassim com fivela de metal, que se tornou um dos principais produtos da GUCCI, além da assinatura verde e vermelha que se tornou um dos principais símbolos de identificação da GUCCI. Nesta época, celebridades como Sofia Loren, Ingrid Bergman, John Kennedy e sua então esposa Jaqueline Kennedy eram alguns dos fiéis clientes da marca. Essas celebridades eram constantemente fotografadas portando artigos clássicos da marca, como a bolsa com alça de bambu ou o mocassim com bridão. Na década seguinte a empresa já vendia seus produtos em lojas próprias nas de cidades Londres, Paris, Tóquio, Chicago e Hong Kong. Grace Kelly, Peter Sellers e Audrey Hepburn contribuíram para que a marca se tornasse sinônimo de bom gosto e sofisticação na badalada Hollywood, ganhando inúmeros adeptos entre as estrelas do cinema mundial.

Bolsas Gucci

Em 1989, quando a imagem da marca começava a se deteriorar no mercado de luxo, Domenico Del Sole, funcionário de um dos escritórios de advocacia americanos que prestavam serviços à Gucci, foi indicado para moderar e buscar soluços para as divergências internas da empresa, especialmente entre membros da família. No mesmo período a Investcorp, empresa de investimento árabe, adquiriu 50% do capital da empresa com a saída de Aldo Gucci. Maurizzio, o último membro da família trabalhando na empresa, acabou vendendo sua parte das ações em 1993 por não se entender com o grupo de investidores. Com Maurizzio fora, a GUCCI passou a ser liderada por Domenico Del Sole, que transferiu a sede da empresa de Milão para Casellina e nomeou Tom Ford – que já trabalhava na grife desde 1990 – diretor de criação. Começava aí a nova fase da GUCCI. Além do relançamento das bolsas com alças de bambu e dos mocassins com bridão, ele passou a assinar todas as coleções, escolher os fotógrafos, decidir o tema das campanhas e até escolher a arquitetura e decorações das lojas. Os rostos nas campanhas também mudaram. Audrey Hepburn e Grace Kelly deram lugar à Madonna e Tina Turner. As coleções cheias de sensualidade eram bem acolhidas pela imprensa especializadas e um investimento milionário em campanhas para lá de provocativas foi realizado.

Sapatos da Gucci

Em 2000 a empresa pertencia a um grupo de acionistas, entre eles Bernard Arnault (dono do grupo de luxo LVMH) e François Pinault (atual dono do grupo PPR). Embora Arnault quisesse aumentar suas ações para ter mais controle sobre a empresa, Del Sole e Ford conseguiram privilegiar Pinault, que através de negociações meio que impostas, foi aumentando seu capital até tornar-se o único proprietário da GUCCI em 2004. No mesmo ano, Del Sole e Ford saíram da empresa e a da estilista de ascendência romena Frida Gianini passou a responder pela direção de criação da marca. Com dinheiro em caixa e criatividade de sobra, a GUCCI voltou aos editoriais de moda e às capas das revistas de negócios. Foi a mais retumbante volta por cima da moda internacional, criando uma tendência no mercado do luxo. Hoje o logotipo da grife italiana brilha nas mãos da estilista Frida Giannini, responsável pelos acessórios e o prêt-à-porter feminino, e de John Ray, que assina a linha masculina.

Lojas Gucci no Brasil

A linha do tempo

1925
● Lançamento das malas de viagem de couro maleável.
1932
● Lançamento dos sapatos tipo mocassin.
1964
● Lançamento do cinto com fivela contendo as famosas as iniciais de Guccio Gucci.
1969
● Lançamento da bolsa com alça para o ombro, especialmente desenvolvida e criada para Jackeline Kennedy, que até hoje é conhecida como “Jackie O”. O modelo foi relançado em 1999, vendendo o número recorde de seis mil peças.
1979
● Criação da Gucci Accessories Collection (GAC), divisão responsável por produtos como perfumes, canetas, relógios, isqueiros, entre outros acessórios.
1997
● Lançamento do perfume feminino Envy com fragrâncias florais.
1999
● Lançamento do perfume Rush em um frasco moderno e jovial.
2001
● Lançamento do perfume feminino Rush 2, feito de uma composição de essências de madeira de palmeira, flor de nasciso, lírio do vale, freesia, gardênia, rosa e almiscar, resultando em um aroma refrescante.

Uma família polêmica

O reconhecimento da marca como ícone de sofisticação trouxe fama, dinheiro e, sobretudo, conflitos familiares, especialmente na década de 80, depois que Aldo Gucci foi citado em um escândalo de fraude fiscal que atingia os US$ 7 milhões. Desentendimentos e intrigas entre os membros da família colaboraram para que grife entrasse em um período de inércia criativa, além de problemas financeiros e a freqüente citação da palavra “falência”. Nesta época, arremessos de cinzeiros e palavrões eram comuns na sala de reuniões da diretoria. Em 1989, uma empresa de investimentos árabe, a Investcorp, adquiriu quase 50% do comando da GUCI. Para completar, em 1995, o último membro da família a dirigir a empresa, Maurizio Gucci, sobrinho de Aldo e neto do fundador da grife, foi assassinado quando chegava a seu escritório, em Milão, a mando de sua ex-mulher, Patrizia Reggiani. Anos depois, Patrizia, condenada a 26 anos de prisão, pediu permissão à justiça para cumprir a sentença em prisão domiciliar. Misteriosamente, todos os funcionários que trabalhavam na papelada do caso foram acometidos por sintomas como irritação na garganta, pele rachada e enjôos. A doença desconhecida foi apelidada de “a maldição de Maurizio”, pois muitos acreditavam que se tratava de uma manobra sobrenatural do fantasma do executivo para impedir que sua ex-esposa saísse da cadeia. Tal processo foi abandonado, já que todos os funcionários da justiça milanesa se recusaram a mexer nos papéis da apelação.

Relógios Gucci

Os dados

● Origem: Itália
● Fundação: 1921
● Fundador: Gauccio Gucci
● Sede mundial: Florença, Itália
● Proprietário da marca: PPR Group
● Capital aberto: Não (subsidiária)
● Chairman & Presidente: Robert Polet
● CFO: Alexis Babeau
● Diretor criativo: Frida Giannini e John Ray
● Faturamento: US$ 3.3 bilhões (estimado)
● Valor da marca: US$ 7.69 bilhões (2007)
● Lojas: 494
● Presença global: 120 países
● Funcionários: 10.604
● Segmento: Vestuário
● Principais produtos: Roupas e acessórios de luxo
● Ícones: A bolsa com alça de bambu e o mocassim com bridão
● Website: www.gucci.com

O valor

Segundo a consultoria britânica InterBrand, somente a marca GUCCI está avaliada em US$ 7.69 bilhões, ocupando a posição de número 46 no ranking das marcas mais valiosas do mundo.

A marca no mundo

A marca tem cerca de 494 lojas, próprias e em sistema de franquia, ao redor do mundo, com faturamento de US$ 3.3 bilhões. A famosa marca italiana, controlada pelo grupo PPR (proprietário também das grifes Yves Saint Laurent, Sergio Rossi, Boucheron, Alexander McQueen, Stella McCartney, Balenciaga), produz e vende atualmente bolsas, malas de mão e outros acessórios de couro (que representam 30% do total de vendas da marca), sapatos, roupas, gravatas, perfumes e relógios. Em relação a participação de mercado para a marca, o maior é a Europa (47.1%), seguido dos Estados Unidos (19.1%) e do Japão (14.3%).

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Fonte: www.mundodasmarcas.blogspot.com

 


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